Eu só queria MMMMMMMPFFF JASDIUFJDZMBVFJK
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Pronto. Passou.
06 setembro 2008
21 maio 2008
Morning Wood
Ela faz questão.
Todo o dia que eu acordo bem disposto, ela olha, com fome, para mim. Se aproxima, suando as extremidades, e toca meu rosto. Me acaricia fundo, como se desejasse por aquele instante desde o momento em que fechei os olhos na noite passada. Fundo, tão fundo que me lacera, às vezes. Eu normalmente termino antes do que ela gostaria, mas àquela hora da manhã, não há quem aguente. Quando ela termina, estou leve. Feliz e rejuvenescido em pelo menos 5 anos, eu abro a torneira e a lavo antes de guardá-la na caixinha que lê: Gillete Mach 3.
Todo o dia que eu acordo bem disposto, ela olha, com fome, para mim. Se aproxima, suando as extremidades, e toca meu rosto. Me acaricia fundo, como se desejasse por aquele instante desde o momento em que fechei os olhos na noite passada. Fundo, tão fundo que me lacera, às vezes. Eu normalmente termino antes do que ela gostaria, mas àquela hora da manhã, não há quem aguente. Quando ela termina, estou leve. Feliz e rejuvenescido em pelo menos 5 anos, eu abro a torneira e a lavo antes de guardá-la na caixinha que lê: Gillete Mach 3.
20 maio 2008
Special Thanks
Walt Disney
Herbert Richards
Quentin Tarantino
Matt Groening
Stanley Kubrick
Arnaldo Jabor
David Gilmore
Herbert Vianna
Andy Warhol
Madonna
Beakman
Tyler Durden
Shigeru Miyamoto
...for shaping my character.
Herbert Richards
Quentin Tarantino
Matt Groening
Stanley Kubrick
Arnaldo Jabor
David Gilmore
Herbert Vianna
Andy Warhol
Madonna
Beakman
Tyler Durden
Shigeru Miyamoto
...for shaping my character.
14 maio 2008
Pisando em ovos
Alguma vez...
precisava medir...
conferir se...
a cada 30 segundos?
todos os dias...
para pensar...
você já...
sentiu que...
precisava medir...
cada palavra,...
cada passo,...
conferir se...
os botões da camisa...
estão no lugar certo...
a cada 30 segundos?
Ser exigido...
a estar impecável...
todos os dias...
e fazer lacunas...
em cada frase...
para pensar...
se não está falando...
o que não pode?
Me sinto pisando em ovos.
Só quero de volta minhas escolhas fáceis, minhas palavras simples, minhas sentenças curtas e minha vontade de falar o que eu bem entender - cantando.
02 abril 2008
A Vida imita a Arte

Um acelerador de partículas construído para desvendar os segredos da construção da matéria e validar os fundamentos da física moderna. Porém, dois cientistas, Walter Wagner e Luis Sancho, alertam os líderes do projeto do risco de que o acelerador acidentalmente abra um pequeno buraco negro que engoliria a terra.
Poderia ser sinopse de um filme não? Estrelando Matt Damon como Walter Wagner e Antonio Banderas como Luis Sancho.
Poderia ser um jogo. Para dois jogadores, onde cada um joga com seu cientista favorito, e sua missão é evitar que a realidade como nós conhecemos seja perdida em um experimento científico.
Poderia, mas é realidade.
Algumas músicas pra mim viraram trilha sonora. Ouço gente dizer que acontece tanta loucura na vida que parece mais um Big Brother. Minhas relações sempre viram novelas mexicanas. Meu chefe usa frases de efeito da Agatha Christie. As frases de um amigo meu parecem bordões de um personagem de série de TV.
Um serial killer ataca a cidade. Todas as vítimas - com antecedentes criminais - foram mortas da mesma maneira. Um tiro certeiro na cabeça e o resto da arma descarregada no corpo do infortunado. Passado algum tempo, o assassino confessa tudo para a polícia, ironicamente. Agora a polícia tenta encontrar provas dos assassinatos para confirmar a história do meliante.
O serial killer tem 16 anos.
Tem um filme sobre um cara que tem um narrador pra vida dele. Tem gente que narra a vida dos outros. Gente, revista, blog e talk shows. Tem dias que a gente escolhe ser coadjuvante. Depois de falar uma frase significativa o bastante, alguém pergunta "isso não é uma música?". Tem poesia no ônibus. Tem tanto livro virando filme que em breve os produtores vão ter que pular pras histórias em quadrinho.
Um ladrão de banco passa indetectado por todos os mais avançados sistemas de segurança existentes. Sua estratégia era extremamente sofisticada. Ele hipnotizava os caixas do banco para lhe darem acesso às gavetas com o dinheiro. Tudo teria dado certo se não fosse por essas 5 crianças e esse maldito cachorro. Scooby doo?
Não, BBC.
Será que a arte imita a vida ou a gente simplesmente vive um baita dramalhão?
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